quarta-feira, 17 de maio de 2017

EDITORIAL: ESPALHE A VERDADE

O que Marina tem dito sobre as reformas: 1. São muitas as arbitrariedades das propostas de reformas apresentadas pelo governo Temer; 2. Na reforma da Previdência, por exemplo, mesmo com 65 anos de idade dificilmente o trabalhador vai conseguir completar 25 anos de contribuição; 3. Na reforma trabalhista, é inadmissível ter trabalhadores que ficam em processo de espera, de forma intermitente, sendo convocados a qualquer momento pelo empregador, sujeito a pagar multa se não estiverem à disposição; 4. O governo precisa ter legitimidade, credibilidade e popularidade para conduzir reformas de tamanha magnitude e alcance. Coisa que esse governo não tem; 5. O presidente tem se apoiado exclusivamente na equipe econômica, que tem sido hospedeira do governo. E está fazendo reformas sustentado apenas pelo lado do empregador; 6. O governo não tem tido a disposição para o diálogo com os outros segmentos da sociedade e faz uso de velhos métodos de barganha com cargos públicos para obter apoio no Congresso, apesar de todos os abusos sendo investigados pelo trabalho da operação Lava-Jato; 7. Não vou pelo discurso fácil de que não precisa de reforma. Tanto precisa que todos os governos anteriores tentaram implementá-las; 8. Não é a primeira vez que se está se fazendo uma reforma da Previdência. O governo Fernando Henrique fez, o governo Lula e o governo Dilma também fizeram; 9. A diferença é que, nos governos anteriores, mexia mais com os funcionários públicos federais; 10. Estas reformas têm uma abrangência maior, afeta o conjunto da sociedade e a trabalhadores que já vivem em condição de vulnerabilidade; 11. Nas campanhas presidenciais de 2010 e 2014 defendi a importância de uma agenda de reformas para o Brasil, mas que fossem amplamente pactuadas com toda a sociedade; 12. Quando você discute um tema com essa magnitude, o que se espera é que o debate seja encaminhado por um governo eleito, com credibilidade e legitimidade, para mediar os diferentes interesses da sociedade. Marina Silva, porta-voz nacional da REDE

terça-feira, 9 de maio de 2017

O que será o amanhã?: Viagem para as Cataratas do Iguaçu

O que será o amanhã?: Viagem para as Cataratas do Iguaçu: Nossa viagem a Foz do Iguaçu foi uma grata surpresa! Realmente um excelente destino ! Nosso roteiro foi o seguinte: No primeiro dia, ch...

Viagem para as Cataratas do Iguaçu

Nossa viagem a Foz do Iguaçu foi uma grata surpresa! Realmente um excelente destino !

Nosso roteiro foi o seguinte:

No primeiro dia, chegamos ao TAROBÁ HOTEL, fizemos o check-in, deixamos as coisas no quarto e fomos almoçar na Churrascaria Gaucha, que fica logo ao lado do hotel. Não recomendo essa churrascaria, não gostamos da carne, do buffet e nem do atendimento.

Voltamos para o hotel e mais tarde saímos para ver o acender das luzes na Barragem de Itaipu.

No dia seguinte saímos para visitar as cataratas.

Como meu filho gosta de astronomia, não poderíamos deixar de ir ao Polo Astronômico de Itaipu.

Foi uma visita muito interessante. Essa visita começa do lado de fora do museu onde é mostrado um calendário solar, onde as pedras que são iluminadas pelo sol revelam as datas, como um calendário com ano, mês e dia. A guia nos mostrou primeiro um marco de pedra com muitas pedras menores ao redor e perguntou-nos o que nós achávamos que seria. Muitos disseram que deveria ser um relógio solar, só que não marcava as horas e sim a data. Em sequência, entramos em uma sala com telescópio e tivemos a oportunidade de ver o sol pelo telescópio com filtro solar.

No dia seguinte fizemos uma visita diurna na barragem e aproveitamos para uma volta de Catamarã no Lago de Itaipu e depois vimos um museu que mostra algumas peças da Barragem de Itaipu.

Visitamos a reserva ecológica, onde vimos algumas espécies de animais e soubemos que muitos animais morreram quando da abertura da barragem.

Visitamos, no dia seguinte, o Museu de Cera e o Vale dos Dinossauros. Primeiro, se visita o Vale, porque fecha às 18h e depois o museu, que fica aberto até umas 19h. O passeio é divertido, mas o local estava muito quente e seco. No final do passeio, uma lanchonete, como um oásis no deserto nos esperava. O Museu de Cera é igual a outros que já visitamos com os mesmos personagens.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

TRABALHO ESCRAVO

Confesso que existem coisas na Terra que nós, classe média urbana, fazemos questão de não ver. Não vendo não nos comprometemos e não precisaremos sair da nossa zona de conforto e pior que isso, não estragaremos nossa maquiagem. Mas, existem certas coisas que nos perseguem,como um gato que quer carinho e não descansa enquanto nós não o acariciamos.

Está sendo assim, desde que tomei conhecimento que a paradisíaca ilha de Madagascar é um país africano, extremamente pobre e que baseia a sua economia no cultivo e exportação da baunilha, cuja plantação é realizada em sua maior parte por mãos de crianças que trabalham como escravas, a partir dos seus cinco aninhos.

Vejo-me procurando saber cada vez mais sobre a qualidade de vida dessas pequenas crianças, se vão à escola, do que se alimentam, como se vestem e se abrigam.

Se você também se preocupa com isso e pode me mandar informações sobre o assunto, deixo aqui o meu twitter.

A gente se vê por aí.