terça-feira, 8 de dezembro de 2009

ANGELINA JOLIE - SOBRE ADOÇÕES E EGOÍSMO



Recebi hoje por e-mail uma crítica sobre a adoção de crianças, em que é questionado se as pessoas que adotam , o fazem por egoísmo ou altruímo. Em resposta a essa crítica teço o seguinte comentário:

Acredito que possam existir adoções sensacionalistas. No entanto não acredito que seja o caso da Angelina Jolie. Ela tem demonstrado que ama os pimpolhos que adotou. Basta ver as suas fotos com eles. Eu dou o maior valor ao fato dela ter adotado três crianças. Ela tem dinheiro, e além disso parece dedicar grande parte do seu tempo a eles. Criança é como bicho, conhece quando é amada. E as crianças da Angelina tem se desenvolvido bastante. Eu fico a olhar para aqueles pequenininhos e imaginar como seria se tivessem ficado onde estavam. Até prova em contrário considero a Angelina Jolie uma boa mãe.

Dizer portanto que Angelina Jolie seja egoísta é não conhecer o que significa essa palavra. Acredito que o termo a ser usado no caso seria altruísta. E frustação não se reduz com filho, frustação pode até ser eliminada com análise, principalmente para quem tem dinheiro e não com filho que toma o seu tempo e o impede muitas vezes de realizar várias coisas.

Existem momentos em que acredito que o ser humano se perdeu na vida e é uma pena, pois o homem que foi criado por Deus para dominar sobre todos os seres viventes esqueceu o que é a vida.
Por que estou dizendo isto?
Porque perdemos tempo discutindo se o ato de adotar é de natureza egoísta ou altruísta.
Há bastante tempo que eu tenho gatos em minha casa, na minha companhia e adotados por mim.
Pois bem, não vou falar se foi egoísmo ou altruísmo o que me levou a adotá-los, vou apenas dar um exemplo de animalidade, já que gatos não são humanos, são animais.
De certa feita eu tinha em minha casa duas gatas e uma delas deu cria e precisou ser operada, deixando os gatinhos sozinhos em casa.
Eu tentei da melhor forma possível ajudá-los, dando leite em mamadeira e agasalhando-os da melhor maneira. Mas, qual não foi o meu espanto e admiração quando percebi que a outra gata, que nunca havia dado cria, não era casada e não tinha ninguém cobrando a sua maternidade, resolvera adotar os gatinhos. Passou a dormir com eles, a lambê-los, que é a forma que os gatos têm de dar banho nas suas crias e por incrível que pareça, passou a alimentá-los, sem ter parido, gerou leite e alimentou os gatinhos da sua amiga que não se encontrava presente.
Será que o ato da gata, Mel, que adotou os filhos da outra, Trinca, foi um ato de egoísmo ou de altruísmo?

Nenhum comentário: