quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A JUSTIÇA É CEGA, MAS ALGUNS JUÍZES NÃO O SÃO.


Fonte: Revista Veja de 9 de dezembro de 2009.

Em uma das sentenças em processo que move o Sr. Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, contra a Editora Abril e o repórter Alexandre Oltramari, a juíza Luciana Novakoski de Oliveira, assim se pronunciou:

"O autor, sendo filho do presidente da República, tornou-se uma pessoa pública - notadamente, mais uma vez deve ser dito, após a comparação, feita por seu pai, com o "Fenômeno". Como pessoa pública, deve estar consciente de que sua imagem será exposta. E, se tal exposição está ligada a assunto de interesse público _ e, aqui, está_, jamais a imprensa terá de lhe pedir licença para fazer uso de sua imagem. O autor precisa compreender que é de interesse de toda a população brasileira saber como o filho do presidente da República obteve tamanha ascenção coincidente com o mandato de seu pai. E há de concordar que uma imprensa livre para investigar tais fatos é fator essencial para que vivamos num estado democrático de direito, ideal outrora defendido por tantos que, agora, ao que se vê, parecem se incomodar com ele".

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