quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Brasília, flor do cerrado




*
Brasília, brilhante e bela.
Logo que te conheci
Não pensei que um dia
Me apaixonaria por ti
Foram muitos os prazeres
No tempo que aí vivi
**
Aprendi a te amar
Brasília, raio de luz
De um horizonte infinito
De cor que a todos seduz
No peito ficou a saudade
Que até hoje me conduz
***
Lembro a linha do horizonte
Brasília, flor do cerrado
Com o brilho de seus dias
Meu coração encantado
De saudades de outros tempos
De um amor sedimentado
****
Sua bela arquitetura
Niemeyer imaginou
Com seu viço verdejante
Meu coração conquistou
Hoje que vivo distante
A saudade se instalou!

(Maria Rosário Pinto)
Visite o Cordel de Saia
Publicado com a autorização da autora

Um comentário:

Dalinha Catunda disse...

Olá Ana Rosa,
Gostei da nova postagem com o poema de Rosário.
Ver e rever Brasilia é sempre um grande prazer.
Parabéns pela postagem,
Um abraço,
Dalinha