domingo, 25 de julho de 2010

FRASE DO DIA

Frase do Senador Cristovão Buarque:


"NO FUTEBOL, O BRASIL FICOU ENTRE
OS 8 MELHORES DO MUNDO E TODOS ESTÃO TRISTES.
NA EDUCAÇÃO É O 85º E NINGUÉM RECLAMA..."

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Ana Rosa

Luíz Gonzaga
Composição: Humberto Teixeira

Ana Rosa ai que saudade...
Tô fingindo de viver
Eu com asa eu avoava
Na mesma hora eu avoava pra te ver
Em dezembro faz um ano
Que amargo o meu sofrer
E nas contas de saudade
Um ano é dez a dor é mil, e eu sem você
Ana Rosa doce amada!
Só sem tu eu vou morrer
E daqui o além da vida
Não seja o fim,
Pois eu jamais vou te esquecer!

quarta-feira, 21 de julho de 2010

À PROCURA DE ERIC


Um filme de Ken Loach, com Eric Cantona, ex-jogador de futebol famoso, representado por ele mesmo e Steve Evets, como um carteiro desiludido da vida.
O filme mostra um homem de meia idade e decadente que vive em uma casa com dois enteados, após dois casamentos fracassados. Ele está apenas sobrevivendo, empurrando a vida com a barriga, se arrastando pela vida, sem nenhuma auto-estima, quando seus amigos, e colegas de profissão resolvem se unir para ajudá-lo. Mas nada o consegue ajudar a não ser a aparição de um ídolo da juventude, Eric Cantona, que como seu "personnal training", o ensina a encarar o seu maior medo, o passado, e encontrar-se com a sua primeira esposa, da qual se separara há 30 anos e com quem teve a sua única filha. É uma tremenda história de superação do ser humano, de coragem, de companheirismo e de força de vontade.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

UM IPÊ EM FLOR - A árvore de Brasília

Encaminhado por uma amiga que trabalha nos Correios, com a mensagem que transcrevo:
"Nosso lindo Ipê!!! Em frente ao Prédio dos Correios, onde trabalhamos com amor e orgulho.

Chega a ser atrevimento chamá-lo de 'nosso', somente por estar no caminho que percorremos para chegar ao trabalho, muito embora não o tenhamos plantado, nunca nos lembramos de irrigá-lo e jamais tenhamos jogado uma colher de adubo qualquer. E todos os anos, nesse mês seco e frio, ele se veste de flores, de um colorido tão intenso, que nos é impossível não percebê-lo, não parar para admirá-lo e ver, na singeleza de suas flores, a grandeza de Deus. "





domingo, 4 de julho de 2010

"A Madona de Brera"


Piero della Francesca, autor do quadro da Virgem "A Madona de Brera", viveu de cerca de 1420 a 1492. Estas datas situam-se no centro do Renascimento italiano, e sua obra caracteriza o rompimento do novo espírito do século XV com o espírito medieval.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Homem contrai dívidas para estudar doença do filho, e Justiça evita despejo em Curitiba

Da Folha de são Paulo


JULIANNA GRANJEIA - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


Uma decisão inédita da Justiça reverteu verba do fundo pecuniário --dinheiro recolhido de condenações judiciais-- para quitar a casa de um pai que abandonou o emprego para pesquisar a doença rara e incurável do filho. Ele seria despejado por falta de pagamento.
A história --que lembra a do filme "Óleo de Lorenzo" (George Miller, 1992)-- aconteceu em Curitiba (PR). O engenheiro mecânico Adolfo Celso Guidi, 52, deixou o cargo de gerente de uma concessionária em 2000, ao descobrir que o filho Vitor Giovani Thomaz Guidi, à época com dez anos, tinha gangliosidose GN1 tipo 2.
"A doença começou a se manifestar quando ele tinha quatro anos. Nenhum médico no Brasil conseguiu fazer o diagnóstico. Larguei tudo e fiquei uma semana em Buenos Aires com minha família, onde diagnosticaram a Gangliosidose. Quando eu retornei para o Brasil, um médico me disse que não tinha o que fazer", afirmou Guidi à Folha.
O engenheiro, inconformado com a resposta, começou a estudar a doença na biblioteca da faculdade de medicina da UFPR (Universidade Federal do Paraná). "A gangliosidose impede a reprodução de neurônios, que degeneram. Por meio de um processo homeopático, que funciona como um antídoto de veneno de cobra, a gente fornece essa enzima e o organismo trabalha", explicou o pai, que encontrou a fórmula de um medicamento para o filho em 2001.
Para alcançar esse resultado, Guidi diz que gastou, na época, cerca de US$ 80 mil dólares (cerca de R$ 149 mil atualmente) e deixou de pagar as prestações de sua casa. "Tudo saiu do meu bolso, não pude mais pagar nada e minha casa foi a leilão", afirmou.
O processo da Caixa Econômica Federal, financiadora da casa, contra Guidi teve início na Justiça no dia 30 de março de 2001. Depois de vários recursos, o caso caiu nas mãos --abençoadas, segundo o pai-- da juíza federal Anne Karina Costa, 39, da Vara do Sistema Financeiro de Habitação de Curitiba (PR).
"O caso já estava transitando em julgado e íamos fazer a liquidação, de acordo com a decisão judicial. Caso ele não pagasse o valor acordado, ele teria que sair do imóvel. Então, durante uma audiência de conciliação, após a representante da Caixa propor um acordo, ele disse que queria explicar o motivo de não ter pago a dívida e contou a história do filho dele. Falei para juntar toda a documentação e iniciar uma campanha para arrecadar dinheiro", afirmou a juíza.
O banco reduziu a dívida de Guidi de R$ 119.500 para R$ 48.500. Mesmo assim, ele não tinha possibilidade de pagar. "A única renda que eu tenho, vem do trabalho que faço quando dá tempo, na oficina mecânica que eu montei na minha casa", disse o engenheiro.
Mãe de três filhos, sensibilizada com a história de Guidi, Anne --que já foi juíza da Vara Criminal-- lembrou do fundo que a Justiça mantém com as penas pecuniárias. "Fiz uma solicitação para a juíza da 1ª Vara Criminal, Sandra Regina Soares, que é responsável pelo fundo, e para o Ministério Público Federal. O dinheiro arrecadado com as penas vão para entidades assistenciais, eu tive a ideia de inscrever Guidi como um projeto", afirmou a juíza.
Em uma decisão, que pelo conhecimento de Anne é inédita no Brasil, o Ministério Público e a Vara Criminal autorizaram que o fundo fosse utilizado para o pagamento da dívida de Guidi com a Caixa. A audiência final foi no dia 13 de novembro de 2009. "O que eu fiz foi algo que estava dentro da minha possibilidade. Eu me coloquei no lugar dele e ele optou pelo filho. Não teria como exigir dele outra atitude. Além disso, se retirássemos a casa, acabaríamos também com a única fonte de renda dele", disse a juíza.
Maria Teresa Maffia, 51, conciliadora da Caixa que atuou no caso, também diz que nunca ouviu falar de uma decisão como essa. "A Caixa é uma instituição financeira e nós fizemos tudo o que poderia ser feito, de acordo com o contrato dele. Na última audiência, todos nós ficamos muito emocionados. Nós não sabíamos dessa possibilidade de encaminhar o caso de uma pessoa física como um projeto", disse.
A juíza diz esperar que a decisão se repita e sensibilize as instituições financeiras. "Foi uma decisão judicial que abre precedentes para outros casos. Espero que as instituições, um dia, possam perdoar a dívida em casos excepcionais como esse".
Guidi cuida do filho sozinho, há três anos ele se separou da mulher. "Ela ficou mais doente que meu filho e eu não percebi. Até hoje ela não saiu da depressão. Se eu pudesse voltar atrás, teria agido de outra forma, mas, na época minha decisão era salvar a vida do meu filho e eu tinha muito trabalho", afirmou Guidi.
Hoje, o engenheiro auxilia duas outras crianças que têm a mesma doença do Vitor, 21. "Com a enzima produzida na farmácia de manipulação e com a alimentação que eu pesquisei e preparo para meu filho todos os dias, ele está muito melhor. Ele não tem mais dificuldades de engolir e a musculatura não é mais contraída como antes".
Vitor só caminha com auxílio, por isso usa uma cadeira de rodas. Ele frequenta a escola de educação especial 29 de Março, onde Guidi é tesoureiro e voluntário.
Para Guidi, sua história é uma "grande obra de Deus". "Eu sempre soube que não ia perder minha casa. Foi Deus quem colocou a juíza Anne e a Teresa da Caixa na minha vida. Se eu fosse para a rua, ninguém cuidaria do meu filho".

quinta-feira, 1 de julho de 2010

TST não terá expediente nesta sexta-feira (2 de julho de 2010)

Extraído de: Tribunal Superior do Trabalho - 2 horas atrás
A Presidência do Tribunal Superior do Trabalho informa que no dia 2 de julho (sexta-feira) não haverá expediente na Secretaria do Tribunal, em função do jogo da Seleção Brasileira de Futebol. Devem ser mantidos os serviços que, pela sua natureza, não possam sofrer interrupção, bem como os plantões para atendimento aos casos de urgência.