sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Quando entrar setembro



Brasília está se preparando para a chegada da primavera. As árvores ficam secas durante vários meses e depois reflorescem. É o milagre da vida, é o milagre do recomeço, é o milagre do amor.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

40 007 – O SEU AGENTE - PROFESSOR JACKSON DOS CORREIOS

Tenho como princípio e valor de vida a coerência e a honestidade de propósito. Então, de forma coerente com minha trajetória, não posso deixar de DEFENDER O TRABALHADOR DA ESFERA PÚBLICA, pois minha vida profissional é de servidor público como professor (agora aposentado) e empregado público.
Também coerentemente, sou filiado ao PSB por convicção ideológica, sendo minha única filiação partidária. Meu socialismo é por não concordar que o ser humano seja medido pelo dinheiro. Discordo radicalmente que só quem dinheiro possa estudar em boas escolas, seja atendido em bons hospitais, enfim, tenha as melhores oportunidades na vida. Nossa sociedade tem de ser repensada pela ótica da verdadeira liberdade e justiça social.
Além da defesa do servidor e do serviço público e, em conseqüência, de uma Brasília forte, outro ponto importante de minha proposta é "ajudar" os políticos a se aproximar de seus eleitores, também durante o mandato. Daí, a proposta inovadora e ousada da criação de CONSELHO DE ELEITORES no Gabinete de cada Distrital. Se vocês concordam com essa idéia, vamos juntos transformá-la em lei. Tem tudo a ver com inovação, ousadia, transparência e ética.
Vou implantá-lo pioneiramente no meu Gabinete. Assim, o meu mandato será do seu efetivo dono, o eleitor, que o exercerá por intermédio desse CONSELHO, com fiscalização, encaminhamento de demandas e influência direta nas decisões.
PROPOSTAS BÁSICAS:
1. Defender e valorizar o servidor e o serviço público, de forma bastante abrangente (todas as entidades e carreiras, notadamente dos Correios e da Rede Oficial de Ensino), como forma de fortalecimento de nossa cidade;
2. “Ajudar” os políticos a se aproximarem de seus eleitores também durante o mandato, por intermédio da criação do CONSELHO DE ELEITORES, instalado no Gabinete de cada Distrital;
3. Aprimorar a educação pública de Brasília, com melhoria das condições de trabalho dos professores, que tem um dos piores salários entre seus servidores.
CONHEÇAM MAIS. AGUARDO CONTATO:
E-Mail: professorjackson2010@gmail.com.br


Celular: 95538370

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Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas


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AINDA EXISTEM BELEZAS NATURAIS


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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

MENSAGEM DO DIA


” A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade”
Carlos Drumond de Andrade.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

MENSAGEM DO DIA

No princípio criou Deus os céus e a terra. (Gên. 1:1)
E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.(Gên. 1:2)
E Deus criou as grandes baleias, e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies; e toda a ave de asas conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. Gên.1:21.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

MENSAGEM DO DIA

Tão somente esforça-te e tem mui bom ânimo, para teres o cuidado de fazer conforme a toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que prudentemente te conduzas por onde quer que andares.

Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido.

(Jos. 1:7-8)

BRASÍLIA



O céu azul de Brasília,
O verde daquele chão,
O encanto das paineiras
Em tempos de floração,
Tudo isso faz mais bela
A capital da nação.

Um final de tarde, um barco
Volteando no Logo Paranoá,
A brisa batendo no rosto
Cabelos revoltos a voar,
É um passeio divino,
Confesso espetacular.

Ver a tarde morrendo,
Assistir a noite chegar,
Realmente é imperdível
Nas águas do Paranoá,
Vendo a firula das estrelas
Piscando junto ao luar.

Brasília cidade mágica
Tão bela esteticamente.
Você me impressiona
Com seu jeito diferente,
E com a hospitalidade,
Bem típica de sua gente.


(Poesia de Dalinha Catunda)
Publicado com a autorização da autora

Brasília, flor do cerrado




*
Brasília, brilhante e bela.
Logo que te conheci
Não pensei que um dia
Me apaixonaria por ti
Foram muitos os prazeres
No tempo que aí vivi
**
Aprendi a te amar
Brasília, raio de luz
De um horizonte infinito
De cor que a todos seduz
No peito ficou a saudade
Que até hoje me conduz
***
Lembro a linha do horizonte
Brasília, flor do cerrado
Com o brilho de seus dias
Meu coração encantado
De saudades de outros tempos
De um amor sedimentado
****
Sua bela arquitetura
Niemeyer imaginou
Com seu viço verdejante
Meu coração conquistou
Hoje que vivo distante
A saudade se instalou!

(Maria Rosário Pinto)
Visite o Cordel de Saia
Publicado com a autorização da autora

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

SEGURANÇA E RISCO (Análise da NBR ISO/IEC 27005:2008)


Tempestad en el mar de Galilea, de Rembrandt.
Roubado na manhã de 18 de março de 1990, por ladrões disfarçados de policiais, do Museu Isabella Stewart Gardner, em Boston, Massachusets, EUA.


A NBR ISO/IEC 27005:2008 –Tecnologia da Informação – Técnicas de segurança – Gestão de riscos de segurança da informação define as diretrizes para o processo de gestão de riscos de segurança da informação.
Esta Norma contém a descrição do processo de gestão de riscos de segurança da informação e das suas atividades.
No capítulo introdutório da NBR ISO/IEC 27002:2005, encontramos a seguinte assertiva: “Os requisitos de segurança da informação são identificados por meio de uma análise/avaliação sistemática dos riscos de segurança da informação. Os gastos com os controles precisam ser balanceados de acordo com os danos causados aos negócios gerados pelas potenciais falhas na segurança da informação. Os resultados da análise/avaliação de riscos ajudarão a direcionar e a determinar as ações gerenciais apropriadas e as prioridades para o gerenciamento dos riscos da segurança da informação, e para a implementação dos controles selecionados para a proteção contra estes riscos”.
Uma dúvida que surge nos profissionais de segurança da informação é sobre a NBR ISO/IEC 27005:2008, a NBR ISO/IEC 27002:2005 e a NBR ISO/IEC 27001:2006. Não estariam elas regulando o mesmo assunto?
A NBR ISO/IEC 27001:2006 apresenta requisitos para que a organização possa estruturar um sistema de Gestão de Segurança da Informação e a NBR ISO/IEC 27002:2005 é um código de práticas, de boas práticas, um guia. A organização pode escolher utilizar essas práticas, ou não.
A Norma NBR ISO/IEC 27001:2006 incorpora um processo de escalonamento de risco e valorização de ativos. É muito interessante a estrutura da norma. Ela realmente orienta como nós podemos elaborar uma Matriz de Risco e implantar controles para minimizar estes riscos.
A NBR ISO/IEC 27002:2005 trata, no seu capítulo 4 sobre Análise/avaliação e tratamento de riscos. Sendo assim, a NBR ISO/IEC 27005:2008 detalha, desdobra o que já foi tratado no capítulo 4 no Código de Práticas, que é a NBR ISO/IEC 27002:2005. São, portanto complementares entre si.
Para a NBR ISO/IEC 27005:2008, riscos de segurança da informação é a possibilidade de uma determinada ameaça extrapolar vulnerabilidades de um ativo ou de um conjunto de ativos, desta maneira prejudicando a organização.
Conforme Ehrlich (2008) risco é a possibilidade de ocorrência de um evento desfavorável no decorrer de certo período de tempo. Para Ehrlich (2008) são três os elementos que definem o risco:
a) o evento desfavorável, como por exemplo, perder um grande valor bem especificado;
b) a possibilidade de este evento ocorrer, onde esta possibilidade se mede em termos de probabilidade percebida;
c) o período de tempo, como por exemplo, no decorrer dos próximos cinco anos.
Trata-se da expressão da probabilidade e do impacto de um evento que pode influenciar a consecução dos objetivos de uma organização. Risco, portanto, é a probabilidade de que um evento negativo para a organização ocorra no futuro.
O risco reflete coisas futuras com as quais estamos preocupados, como nossa situação financeira, nossa saúde, nossos empregos, nossos filhos ou o meio ambiente. Decisões de risco podem ter efeito sobre as finanças, a saúde, o meio ambiente, os outros países, as leis, as regulações e os futuros políticos.
Todos nós lidamos rotineiramente com o risco em nossa vida pessoal e profissional. No entanto, a gestão de riscos exige mais que decisões intuitivas e implícitas em relação a eles; exige uma gestão ativa de riscos em bases sistemáticas, holísticas e integradas.
Há dois métodos gerais para se prever a probabilidade de eventos futuros:
• o uso de informações históricas para se gerarem previsões probabilísticas de eventos futuros; e
• a modelagem do futuro. (HILL, 2003).
A descrição do processo de gestão de riscos de segurança da informação e das suas atividades, apresentados pela NBR ISO/IEC 27005:2008 segue os seguintes passos:
a) Contextualização
Uma abordagem sistemática de gestão de riscos de segurança da informação é necessária para se identificar as necessidades da organização em relação aos requisitos de segurança da informação e para criar um sistema de gestão de segurança da informação (SGSI) que seja eficaz.
Convém que a gestão de riscos de segurança da informação seja um processo contínuo. Convém que a gestão de riscos analise os possíveis acontecimentos e suas conseqüências, antes de decidir o que será feito e quando será feito, a fim de reduzir os riscos a um nível aceitável. (ABNT, 2008)
Convém que a organização defina o escopo e os limites da gestão de riscos de segurança da informação.
Ao definir o escopo e os limites, convém que a organização considere as seguintes informações:
• Os objetivos estratégicos, políticas e estratégias da organização;
• Processos de negócio;
• As funções e a estrutura da organização;
• Requisitos legais, regulatórios e contratuais aplicáveis à organização;
• A política de segurança da informação da organização;
• A abordagem da organização à gestão de riscos;
• Ativos de informação;
• Localidades em que a organização se encontra e suas características geográficas;
• Restrições que afetam a organização;
• Expectativas das partes interessadas;
• Ambiente sociocultural;
• Interfaces (ou seja, a troca de informações com o ambiente).
b) Análise/avaliação de riscos de segurança da informação
Nesta etapa são identificados os eventos que possam causar uma perda potencial e deixar claro como, onde e por que a perda pode acontecer. Isto é, são identificadas as ameaças. Uma ameaça tem o potencial de comprometer ativos (tais como, informações, processos e sistemas) e, por isso, também as organizações. Ameaças podem ser de origem natural ou humana e podem ser acidentais ou intencionais.
Convém que tanto as fontes das ameaças acidentais, quanto as intencionais sejam identificadas. Uma ameaça pode surgir de dentro ou de fora da organização.
Logo após devemos identificar os controles existentes e a eficácia destes controles em evitar que uma ameaça explore uma vulnerabilidade. Com a informação das ameaças e da efetividade dos controles podemos estimar o nível de risco.
A organização, conhecendo o nível de risco, tem a oportunidade de decidir o que vai fazer em relação a cada risco: reduzir (novos controles), aceitar, evitar ou transferir. Após esta decisão ainda restará o risco residual sobre o qual a organização decidirá o que irá fazer.

CARVALHO DE ABREU, Ana Rosa. Segurança Física na visão de especialistas em Segurança da Informação da Administração Pública Brasileira.Monografia apresentada ao curso de especialização em Segurança da Informação da UnB. Brasília, 2010.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

O Porteiro do Prostíbulo

Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do prostíbulo'.
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem?
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma
outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias,
criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um
relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e
seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, senhor. - Balbuciou - Mas eu não sei ler nem
escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando
aqui. - Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida
inteira, não sei fazer outra coisa. - Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer
nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre
algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como
se o mundo desmoronasse. Que fazer?
Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a
arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal
conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas
completa.
Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em
uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez.
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já
que..
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e
disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de
ferragens mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula.
- Façamos um trato - disse o vizinho.
Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você
está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias.... aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou.
No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.
Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus
dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não
disponho de tempo para viajar para fazer compras.
Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um
alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi
embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de
tempo para viajar para fazer compras'.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse
para trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais
ferramentas do que as que havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.
A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo
economizar a viagem, faziam encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e
trazia o que precisavam seus clientes.
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses
depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na
primeira loja de ferragens do povoado.
Todos estavam contentes e compravam dele.
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos.
Ele era um bom cliente.
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua
loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou
que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.
E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras,
etc .
..
E após foram os pregos e os parafusos...
Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um
rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.
Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício.
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da
cidade, o abraçou e lhe disse: - É com grande orgulho e gratidão que lhe
pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira
página do livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria
prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou
analfabeto.
- O Senhor?!?! - Disse o prefeito sem acreditar.
O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever?
Estou abismado.Eu pergunto:
- O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder. - Disse o homem com calma.
Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!

(autor desconhecido)


(Recado para o Millor Fernandes)

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

LULA E DILMA APOIAM ROSEANA SARNEY NO MARANHÃO


O clã dos Sarney controla a política do Maranhão há quase quatro décadas, época em que a oposição não tem vez. Coincidentemente o Estado do Maranhão é o mais pobre da Federação.

TODO MENINO É UM REI (1)


Renato Braz

Todo Menino É Um Rei

Composição: Nelson Rufino/ Zé Luiz

Todo menino é um rei
Eu também já fui rei
Mas quá!
Despertei!

Todo menino é um rei
Eu também já fui rei
Mas quá!
Despertei!


Por cima do mar da ilusão
Eu naveguei! Só em vão
Não encontrei
O amor que eu sonhei
Nos meus tempos de menino
Porém menino sonha demais
Menino sonha com coisas
Que a gente cresce e não vê jamais

Todo menino é um rei
Eu também já fui rei
Mas quá!
Despertei!

A vida que eu sonhei
no tempo que eu era só
Nada mais do que menino
Menino pensando só
No reino do amanhã
A deusa do amor maior
Nas caminhadas sem pedras
No rumo sem ter um nó

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

O povo quer justiça

Leandro Fortes

4 de agosto de 2010 às 10:53h

A matéria O povo quer justiça, assinada por Leandro Fortes na edição de nº. 603 da revista CartaCapital, desagradou magistrados no Maranhão. Duas associações de juízes e promotores tiveram cartas publicadas na revista, refutando o conteúdo do texto do jornalista. No entanto, a população local está mobilizada e vai à Corregedoria de Justiça e ao Ministério Público levar um pedido de apuração sobre o ocorrido, segundo nota publicada no site Tribunal Popular do Judiciário. Agora, as denúncias publicadas na revista serão ratificadas.
Leia a íntegra da matéria escrita por Fortes.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

É PRECISO TER UM AMANTE

" Muitas pessoas tem um amante e outras gostariam de ter um.
Há também as que não tem, e as que tinham e perderam".
Geralmente,
são essas últimas que vem ao meu consultório,
para me contar que estão tristes
ou que apresentam sintomas típicos de insônia,
apatia, pessimismo, crises de choro, dores etc.
Elas me contam que suas vidas transcorrem de forma monótona e sem perspectivas, que trabalham apenas para sobreviver
e que não sabem como ocupar seu tempo livre.
Enfim, são várias as maneiras que elas encontram para dizer que estão simplesmente perdendo a esperança.
Antes de me contarem tudo isto, elas já haviam visitado outros consultórios, onde receberam as condolências de um diagnóstico firme:
"Depressão",
além da inevitável receita do anti-depressivo do momento.
Assim, após escutá-las atentamente,
eu lhes digo que não precisam de nenhum anti-depressivo; digo-lhes que precisam de um
AMANTE!!!
É impressionante ver a expressão dos olhos delas
ao receberem meu conselho.
Há as que pensam:
"Como é possível que um profissional se atreva a sugerir uma coisa dessas"?!
Há também as que, chocadas e escandalizadas,
se despedem e não voltam nunca mais.
Aquelas, porém, que decidem ficar e não fogem horrorizadas, eu explico o seguinte:
"AMANTE"
é aquilo que nos
"apaixona",
é o que toma conta do nosso pensamento antes de pegarmos no sono,
é também aquilo que, às vezes, nos
impede de dormir.
O nosso "AMANTE "
é aquilo que nos mantém distraídos
em relação ao que acontece à nossa volta.
É o que nos mostra o sentido e a
motivação da vida.
Às vezes encontramos o nosso
"AMANTE"
em nosso parceiro,
outras,
em alguém que não é nosso parceiro,
mas que nos desperta as maiores
paixões e sensações incríveis.
Também podemos encontrá-lo
na pesquisa científica ou na literatura,
na música, na política,
no esporte, no trabalho,
na necessidade de transcender espiritualmente,
na boa mesa, no estudo
ou no prazer obsessivo do passatempo predileto... .
Enfim,
é "alguém!" ou "algo"
que nos faz "namorar a vida"
e nos afasta do triste destino de
"ir levando"!..
E o que é "ir levando"?
Ir levando é ter medo de viver.
É o vigiar a forma como os outros vivem,
é o se deixar dominar pela pressão,
perambular por consultórios médicos,
tomar remédios multicoloridos,
afastar-se do que é gratificante,
observar decepcionado
cada ruga nova que o
espelho mostra,
é se aborrecer com o calor ou com o frio,
com a umidade,
com o sol ou com a chuva.
Ir levando
é adiar a possibilidade de desfrutar o hoje,
fingindo se contentar com a incerta e frágil ilusão
de que talvez possamos realizar algo amanhã.
Por favor, não se contente com
"ir levando";
procure um amante,
seja também um amante e um protagonista
... DA SUA VIDA!
Acredite:
O trágico não é morrer,
afinal a morte tem boa memória,
e nunca se esqueceu de ninguém.
O trágico é desistir de viver...
Por isso, e sem mais delongas,
procure um amante ...


A psicologia após estudar muito sobre o tema,descobriu algo transcendental:



"PARA ESTAR SATISFEITO, ATIVO E SENTIR-SE JOVEM E FELIZ, É PRECISO NAMORAR A VIDA".
(autor desconhecido)

A IMPORTÂNCIA DO CAFÉ NO SURGIMENTO DOS SEGUROS

Em uma tarde de 1637, quando Grant contava apenas dezessete anos e Halley ainda não havia nascido, um estudante cretense chamado Canopius sentou-se em seu aposento no Balliol College, em Oxford, e preparou uma xícara de café forte. Acredita-se que essa foi a primeira vez em que se bebeu café na Inglaterra; a bebida,quando oferecida ao público, se tornou tão popular que logo centenas de cafés funcionavam em Londres.
Qual a relação entre o café de Canopius e Grant ou Halley, ou o conceito de risco? Simplesmente, um café foi o berço da Lloyd´s de Londres,durante mais de dois séculos a mais famosa de todas as empresas seguradoras. Na ausência dos meios de comunicação de massa, os cafés emergiram como a fonte principal de notícias e de boatos. Em 1675, Carlos II, desconfiado, como é comum em muitos dirigentes, de locais onde o público trocasse informações, fechou os cafés; porém, o clamor foi de tal ordem que ele teve de retroceder ao cabo de dezesseis dias. Samuel Pepys freqüentava uma café para obter notícias da chegada dos navios em que estava interessado; ele considerava as informações lá recebidas mais confiáveis do que as obtidas em seu emprego na Marinha.
O café fundado por Edward Lloyd em 1687 próximo ao Tâmisa, na Tower Street, era o ponto de encontro favorito dos marujos dos navios atracados nas docas de Londres. O estabelecimento era “espaçoso... bem construído e freqüentado por competentes comerciantes”, segundo uma publicação da época. Tornou-se tão popular que, em 1691, Lloyd transferiu-o para dependências muito maiores e mais luxuosas na Lombard Street. Nat Ward, um taberneiro que Alexander Pope acusou de trocar rimas indecentes por tabaco,relatou que as mesas na nova casa eram “muito asseadas e brilhavam de tanto ser polidas”. Cinco atendentes serviam chá e sorvete, além de café.
Lloyd crescera sob o governo de Oliver Cromwell e sobrevivera à peste, ao incêndio, à invasão holandesa até o Tâmisa, em 1667, e à Revolução Gloriosa de 1688. Ele era muito mais do que um competente proprietário de café. Reconhecendo o valor de sua base de clientes e respondendo à insistente demanda por informações, em 1696 ele lançou a “Lloyd´s List”, recheando-a de informações sobre as chegadas e partidas de navios e as condições no exterior e no mar. Tais informações eram fornecidas por uma rede de correspondentes nos principais portos da Europa continental e Inglaterra. Leilões de navios ocorriam regularmente nas dependências do café, e Lloyd fornecia obsequiosamente o papel e a tinta necessários ao registro das transações.
Um canto estava reservado aos capitães dos navios, onde podiam trocar informações sobre os riscos de todas as novas rotas que se abriam _ rotas que os levavam para mais longe do que nunca a leste, ao sul e a oeste. O estabelecimento de Lloyd ficava aberto 24 horas por dia e estava sempre apinhado.
Então, como agora, quem precisasse de um seguro procurava um corretor, que oferecia o risco aos enfrentadores de riscos individuais que se reuniam nos cafés ou nos recintos da Royal Exchange.
O café de Lloyd´s serviu desde o início de sede para os seguradores marítimos, em parte devido às suas excelentes ligações mercantis e na navegação.
Em 1771, quase cem anos depois de Edward Lloyd abrir seu café na Tower Street, 79 dos seguradores que negociavam no Lloyd´s subscreveram cem libras cada e se uniram na Society of Lloyd´s, um grupo de empresários individuais não constituídos em pessoa jurídica que operavam sob um código de conduta auto-regulamentado.
Esses foram os Membros do Lloyd´s originais; mais tarde, os membros passaram a ser conhecidos como "Names".Os Names empenhavam todos os seus bens terrenos e todo seu capital financeiro para cumprir a promessa de cobrir os prejuízos dos clientes. Esse empenho foi uma das principais razões do rápido crescimento dos negócios fechados na Lloyd´s no correr dos anos.
Desse modo, a xícara de café de Canopius levou ao estabelecimento da mais famosa empresa seguradora da história.
( BERNSTEIN, Peter L. Desafio aos Deuses. A fascinante história do risco. p. 88.)

PARA CONHECER O MARANHÃO















Roteiro de Viagem.
Saímos de Brasília na madrugada do dia 25 de julho em um vôo da Tam. Chegando em São Luís nos hospedamos no Hotel Praia Mar Ponta d´Areia. Excelente local quando você vai com criança, pois a estrutura do hotel é ótima, tem espaço para brincar, um café da manhã que não deixa nada a desejar e um bom atendimento. No dia seguinte viajamos para Barreirinha, para visitar os Lençóis Maranhenses. A falta de estrutura para o turismo nesse momento se faz sentir. Parte-se do suposto de que, já que o cliente está de férias, tudo é festa, o que não é verdade. Um pouco de conforto e limpeza tanto nas vãs como nas pousadas, seria muito bem vindo. O espetáculo de Lençóis, com suas dunas e suas lagoas é algo estonteante, de deixar deslumbrado qualquer um que se aventure a conhecer esse lugar. Vemos, por um instante a nossa dimensão em comparação ao descampado daquele deserto com água. No dia seguinte, partimos de Barreirinha em uma lancha voadora (é assim que eles chamam a pequena lancha, com capacidade para 12 pessoas), que se locomove velozmente pelo Rio Preguiça. Visitamos várias praias, alimentamos os macacos, que esperam por um pedaço de banana e fazem pose para as fotos. Nâo sei quem se diverte mais, se os turistas com os macados ou os macacos com os turistas. Por fim almoçamos um belo peixe (pescada amarela) frito, na praia de Caburé. Voltamos para São Luís e, no dia seguinte, fazemos um passeio às cidades de Raposa e São José de Ribamar, com direito a passeio de lancha (dessa vez, não voadora) pelo mar, e compra de artesanato na cidade de Raposa. Observamos as pequenas casas de palafita nesta cidade. Finalmente voltamos a São Luís e ao Hotel Praia Mar. Aproveitamos para visitar os parentes e sentir um pouco desse calor humano que acompanha o pessoal da Ilha do Amor.