quinta-feira, 4 de agosto de 2011

ENCONTREI UM ANIMAL NA RUA, O QUE FAZER?


Fonte: Blog do Instituto Nina Rosa

Perguntas Frequentes

Encontrei um animal, o que fazer? O Instituto recolhe animais? Onde há um abrigo para eu levar meu animal?

- Se você encontrou um animal abandonado, não perca tempo procurando algum órgão público ou organização que venha buscá-lo ou onde ele possa ser levado. Esse serviço não existe em São Paulo. Pode ser que os Centros de Controle de Zoonoses de outras cidades recolham ou aceitem animais, mas por favor, se vc quer ajudar o animal que encontrou, não o entregue aos CCZ's, que em geral estão super-lotados, e resolvem esse problema matando os animais. E as ONG's e Protetores Independentes que trabalham resgatando animais, recolhem os animais que elas encontram, e os levam para hotéis e clínicas veterinárias (dependendo do estado do animal) e depois trabalham sua adoção. Em geral pedem ajuda pela internet para pagar as clínicas e hotéis.

Se você se sensibilizou com um animal abandonado, não foi por acaso, pois é uma oportunidade de você fazer o Bem, de fazer por ele o que gostaria que fizessem por você em situação semelhante. Faça o contrário daquele que o abandonou, para equilibrar um pouco a dívida que os humanos têm com os animais. Não importa se ele "é seu" ou não, pois ninguém é de ninguém, e devemos ajudar os seres que dependem de nós.

Dê a ele os cuidados necessários: alimentação, se precisar, atendimento veterinário, castração (para evitar novas crias indesejadas) e a oportunidade de adoção para um novo lar. Veja orientação nos links abaixo:
Castração
Encaminhamento para adoção

- Se o animal que você pretende encaminhar é o que mora com você, saiba que a mudança de local, bem como a perda de contato com as pessoas com as quais está acostumado e se afeiçoou causa grande sofrimento a ele, podendo causar-lhe auto-mutilação ou até a morte por depressão.

Se o motivo for comportamento, e o animal já for castrado (o que pode ajudar, deixando o animal mais calmo) indicamos mais dois métodos para evitar a separação.

Primeiramente, consulte uma especialista em florais, altamente indicados em questões comportamentais dos animais. Duas pessoas fazem isto gratuitamente:

Deolinda Eleutério - Terapeuta Floral - Florais de Bach para animais (gotinhas para as emoções) - gato.verde@terra.com.br -gato verde

- Martha (gratuito para abrigos para animais, ONGs e grupos de proteção animal. Consultas individuais a preço reduzido.)

Outra alternativa é buscar a ajuda de um educador comportamental.Veja indicações em
educador comportamental
Estes encaminhamentos certamente serão melhores não só para o animal, como para sua consciência e para seu coração.

Sobre abrigos

Abrigos não são locais bons para os animais. Animais são seres muito amorosos,
necessitam de alguém para amar e que lhes dedique atenção.

A grande maioria dos abrigos são locais terríveis para os animais, ainda que nascidos da boa intenção e compaixão das pessoas que os recolhem. Mas, por conta dos primeiros recolhimentos, outras pessoas se sentem com o direito de abandonar animais nestes abrigos e isto se repete sucessivamente, criando uma situação de superpopulação que inviabiliza qualquer trabalho. Diariamente, são enviados, às listas da internet, apelos desesperados por dinheiro, alimentos e remédios. O comum é que animais fiquem permanentemente confinados, sem poderem se movimentar adequadamente e sem o afeto de ninguém. Muitas vezes, por falta de recursos, não recebem a alimentação e os cuidados veterinários essenciais.

O INR não recolhe animais e nem mantem abrigo. Nosso trabalho é burocrático (somos um escritório), pois trabalhamos PELOS animais e não COM animais. Produzimos material educativo para apoiar os defensores de animais em seu trabalho e para valorizar os animais, informando e sensibilizando a sociedade. Trabalhamos na prevenção do abandono, maus-tratos e exploração animal por meio da Educação em Valores.

Para saber mais sobre nosso trabalho, assista ao vídeo institucional em vídeo

Veja respostas a outras perguntas também frequentes no link:
perguntas frequentes


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Instituto Nina Rosa

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