sexta-feira, 9 de março de 2012

PARA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DOS GATOS

Pastor, na sua última preleção, no domingo, dia 4 de março, ouvi estarrecida o senhor fazer uma declaração, sem nenhum embasamento científico, sobre o comportamento dos felinos. O senhor declarou que não apreciava os gatos, em virtude de os mesmos serem falsos.
Devo dizer que não concordo com tal afirmativa e a acho extremamente preconceituosa, portanto não digna de ser pronunciada por um ministro do evangelho que está se dirigindo a milhares de pessoas, de formações diferentes e de histórias de vida as mais diversas.
O senhor sabe, como eu também sei, que a nossa missão aqui na Terra é cumprir o mandamento do "ide", de Nosso Senhor Jesus Cristo, quando disse aos seus discípulos: "Permanecei em Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder. E ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da Terra". Esse é o trabalho que nos foi entregue e é a ele que nos devemos ater. Querer enveredar por outras searas, só se for para distribuir amor e compreensão entre as pessoas. E esse amor, eu entendo que deve estender-se às demais criações do nosso bom Deus e Pai.
Todos nós sabemos e acreditamos que foi o Senhor Nosso Deus que criou os céus e a Terra e tudo o que nela existe.
Se estamos de acordo com o que eu disse até aqui, chegaremos facilmente a conclusão de que foi Deus que criou os felinos, com toda a sua beleza. E, deu-lhes características próprias, diferentes das dos outros animais, porque o nosso Deus não se repete e é extremamente criativo.
Os felinos, pela sua graça, pela sua beleza, pelo seu porte altivo e enigmático, foram duramente perseguidos em toda a história da humanidade, e ao mesmo tempo adorados por uns pouco, como ocorreu no Egito.
São animais limpos, e nos transmitem uma sensação gostosa de aconchego e carinho. E nós, humanos, deveriamos amá-los, senão por suas caraterísticas, pelo menos por reconhecermos nele a mão do Criador, o mesmo que nos fez, homens e mulheres.

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