sexta-feira, 30 de maio de 2014

A FAMIGERADA LEI DA PALMADA


É incrível a distorção das leis. O direito positivo deveria retratar o melhor do direito natural e não tentar forçar uma situação como se pudéssemos mudar toda uma situação como se diria, "por decreto". Não se cura pessoas contratando milhares de médicos estrangeiros para fazer bonito, como não podemos varrer o nosso lixo, o lixo do nosso país, para debaixo do tapete.

Dia após dia vemos mais pessoas apoiando a propalada "redução da maioridade penal", que não é outra coisa senão punir nossas crianças e adolescentes pelo comportamento que lhes foi impingido por uma sociedade que não lhes proporcionou educação, saúde, segurança, emprego para o pai ou mãe, que lhe possam legar uma família organizada, não somente com as três refeições diárias como dizia o então presidente Lula, mas também com valores, com respeito pelas instituições estabelecidas e com uma esperança de melhores dias.

Agora, como se essa intenção não bastasse, queremos impor uma lei que proíba os pais, únicos baluartes e lutadores pela educação dos seus filhos, já que a sociedade não o faz, de educar as suas crianças, utilizando quando necessário de uma forma amena de castigo físico que seria a palmada.

Alguém já pensou o que estamos programando para o futuro? Estamos formando crianças que não poderão ser castigadas, com amor, pelos seus genitores, mas podem ser castigados, trancafiados em cadeias e punidos "fora de hora", por uma sociedade injusta e excludente.

Fica aqui, mais uma vez o meu protesto. Sou totalmente contra essa "lei da palmada", já que podemos, pesquisando um pouco, encontrar nos provérbios de Salomão, a seguinte assertiva: "Ensina o menino, no caminho que ele deve seguir, e até quando for velho, não se afastará dele." E, sou contra a "redução da maioridade penal", sem que antes tenhamos dotado as famílias brasileiras de condições necessárias e satisfatórias para a criação e educação de suas crianças.


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