sexta-feira, 25 de abril de 2014

ALTERAÇÃO DE LEI

Presidência da República

Casa Civil

Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 12.966, DE 24 ABRIL DE 2014.

Altera a Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985 (Lei da Ação Civil Pública), para incluir a proteção à honra e à dignidade de grupos raciais, étnicos ou religiosos.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o Esta Lei inclui na Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985 (Lei da Ação Civil Pública), a proteção à honra e à dignidade de grupos raciais, étnicos ou religiosos.

Art. 2o O caput do art. 1o da Lei no 7.347, de 1985, passa a vigorar acrescido do seguinte inciso VII:

“Art. 1o ................................................................... .............................................................................................

VII – à honra e à dignidade de grupos raciais, étnicos ou religiosos.

...................................................................................” (NR)

Art. 3o O art. 4o da Lei no 7.347, de 1985, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 4o Poderá ser ajuizada ação cautelar para os fins desta Lei, objetivando, inclusive, evitar o dano ao meio ambiente, ao consumidor, à honra e à dignidade de grupos raciais, étnicos ou religiosos, à ordem urbanística ou aos bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico.” (NR)

Art. 4o A alínea “b” do inciso V do caput do art. 5o da Lei no 7.347, de 1985, passa a vigorar com a seguinte redação:<´P> “Art. 5o .......................................................................... .............................................................................................

V - ................................................................................. .............................................................................................

b) inclua, entre as suas finalidades institucionais, a proteção ao meio ambiente, ao consumidor, à ordem econômica, à livre concorrência, aos direitos de grupos raciais, étnicos ou religiosos ou ao patrimônio artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico.

...................................................................................” (NR)

Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 24 de abril de 2014; 193o da Independência e 126o da República.

DILMA ROUSSEFF

José Eduardo Cardozo

Gilberto Carvalho Luiza Helena de Bairros

Ideli Salvatti

terça-feira, 22 de abril de 2014

COMO SE DECIDEM AS POLÍTICAS PÚBLICAS NO BRASIL

Este trabalho tem por objetivo avaliar qual dos modelos de Tomada de Decisão predomina no setor público brasileiro. Para isto, discorre-se sobre alguns conceitos básicos das várias formas de tomada de decisão, pois assim iremos identificando os que encontramos na nossa esfera governamental.

Embora as decisões sejam tomadas ao longo de todo o ciclo de formulação de Políticas Públicas, a fase de Tomada de Decisões dentro das Políticas Públicas se caracteriza pela seleção de uma ou mais Decisões entre as várias possibilidades existentes.

Para os atores envolvidos, determinar como será tomada a decisão sobre o procedimento a ser adotado é tão importante quanto a própria decisão em si. Dependendo do processo (regras de votação, tempo disponível, tipos de consulta, foros utilizados), têm-se diferentes decisões.

A tomada de decisões pode ser observada de três perspectivas ou modelos principais, refletindo as diversas formas que o processo pode assumir: os modelos Racional, Incremental e “Lata de Lixo”.

A essas três abordagens do processo de tomada de decisões, podemos sobrepor os modelos desenvolvidos por Allison (1991) para análise do processo decisório da política externa denominados como modelos do ator racional, do comportamento organizacional e da política governamental ou burocrática.

O modelo do Ator Racional pressupõe que os atores têm informação perfeita não apenas sobre os seus valores, objetivos e meios disponíveis, como também de todos os demais atores relevantes com os quais ele terá de interagir. Nesse caso o governo é visto como um ator unitário, monolítico, que trata o problema estrategicamente, estabelecendo seus objetivos, as soluções alternativas disponíveis bem como as consequências de cada uma.

Este modelo, na sua forma pura é o mais difícil de ser encontrado no governo federal, uma vez que o governo não atua como um bloco monolítico e sim como a interação de vários atores, representados, ora pelos ministérios, empresas públicas ou outros setores da organização pública, ora por atores externos ao governo.

Para superar o problema da racionalidade absoluta e fragmentação do Estado, a Abordagem Organizacional pressupõe que o governo é um conjunto de organizações dos mais diversos níveis, dotadas de maior ou menor autonomia. O governo percebe os problemas por meio dos sensores das organizações, usando as informações fornecidas por elas como recurso para solucionar os problemas.

Maria das Graças Rua conceitua a Teoria das Não-Decisões, a Teoria dos Múltiplos Fluxos e a Teoria do Equilíbrio Pontuado.

1. A Teoria das Não-Decisões defende que a inclusão de temas na agenda expressa relações de poder, de modo que os temas que ameaçam os interesses mais poderosos não são incluídos na pauta. Durante muito tempo aqui no Brasil não foram discutidas questões como a. diversidade de sexo; b. direitos da mulher; c. direito da criança e do adolescente; e outros.

O modelo dos Múltiplos Fluxos estabelece que a convergência de pelo menos dois entre três fluxos – problemas, políticas públicas e política – faz com que determinados temas entrem em uma agenda. Já o Modelo do Equilíbrio Pontuado preconiza que há estabilidade nas políticas públicas, com mudanças apenas incrementais, até que eventos do ambiente político provoquem a ruptura dessa situação e se abra espaço para a inserção de novas demandas na agenda.

Para Bachrach e Baratz as questões que chegam à agenda decisória são apenas as que foram previamente filtradas e admitidas. Conforme estes autores, os atores políticos com interesses mais consolidados dispõem de recursos para impedir que determinados temas sejam inseridos na agenda decisória – eles detêm o controle da pauta.

Atualmente está se discutindo a proteção dos animais, mas ainda de uma forma muito limitada.

Algumas questões às vezes chegam a ser objeto de projeto de lei, mas não conseguem chegar a emplacar como lei. Está em fase de apresentação para votação no Senado um projeto de lei da autoria do Deputado Osmar Terra, que se posiciona contra as drogas. Ou seja, ganhou visibilidade esta questão, houve inclusive uma entrevista publicada com o deputado citado e o Deputado Johh Willys, em que cada um dos parlamentares expressa sua visão sobre o assunto.

Dessa forma, existem situações que permanecem estados de coisas por períodos indeterminados, sem chegar a serem incluídos na agenda governamental, pelo fato de existirem barreiras culturais e institucionais que impedem que sequer se comece o debate público do assunto. Há também um projeto de lei em que é proposta a anistia para os servidores federais que optaram pelo Plano de Desligamento Voluntário _ PDV, oferecido pelo governo aos funcionário a partir de 1996. Vamos esperar para ver como se comportam as lideranças sobre esse assunto.

2. O Modelo dos Múltiplos Fluxos

Elaborado pelo cientista político John W. Kingdon (1984), o Modelo dos Múltiplos Fluxos tem sido considerado um dos mais persuasivos na tentativa de explicar a formação da agenda de políticas públicas.

Kingdon assevera que uma demanda entra na agenda governamental quando desperta o interesse dos formuladores de políticas públicas, sendo reconhecida como um problema político. Para que isso ocorra, deve haver a convergência de três fluxos, cada qual independente do outro e dotado da sua própria lógica e dinâmica: o Fluxo dos Problemas, o Fluxo das Políticas Públicas e o Fluxo da Política. Ao menos dois dos três fluxos devem se encontrar para que uma questão transite da pauta governamental para a agenda decisória: o Fluxo dos Problemas e o Fluxo da Política.

Para que isso ocorra, um elemento central é a forma como um problema é apresentado, definido e articulado. 3. O Modelo do Equilíbrio Pontuado.

A terceira teoria a respeito da formação da agenda em políticas públicas é a do Equilíbrio Pontuado, da autoria de Baumgartner e Jones (1993). Esse Modelo inspira-se fortemente na Teoria dos Sistemas e na Biologia, da qual toma emprestada a concepção de que o processo evolutivo se dá por saltos.

O Modelo tem como pressuposto a noção de “Racionalidade Limitada”: os indivíduos, em geral, processam as questões uma a uma, porque têm uma capacidade limitada de absorver e analisar informações em geral.

Setor Público Brasileiro.

Não acredito que exista um único modelo de Tomada de Decisão responsável ou escolhido pelos tomadores de decisão brasileiros, mas sim uma mescla de todos eles.

O Modelo de Tomada de Decisão é o menos provável de acontecer em sua forma pura, pois pressupõe que um ator tenha conhecimento de toda a realidade existente, bem como do que pensam os outros atores e como irão se comportar. Deve-se levar em consideração que é impossível aos atores assimilarem e processarem todo o conhecimento relativo às diferentes dimensões setoriais da vida política.

No Brasil, temos outros problemas, como a corrupção que desnorteiam todo o processo decisório. Além dos governantes não conhecerem toda a realidade sobre a qual terão que decidir, ainda contam com assessores que no comum das vezes não os presenteiam com informações abalizadas sobre o assunto. Como exemplo desse último caso, temos a compra da Refinaria de Pasadena, pela Petrobrás, em que faltaram informações sobre o tipo do contrato para que os dirigentes pudessem avaliar a sua decisão.

4. O Modelo Garbage Can – Lata de Lixo

Essa abordagem parte da constatação de que as organizações são anarquias organizadas, caracterizadas por preferências problemáticas (ambíguas), tecnologias não claras e participação fluída no processo decisório (COHEN, MARCH, OLSEN, 1972). Ou seja, como operam em ambientes de incerteza, os comportamentos decisórios nas organizações envolvidas nas políticas públicas parecem irracionais, descabidos ou sem sentido.

Desse modo, para COHEN, MARCH e OLSEN, o processo de tomada de decisões não segue um curso racionalmente ordenado, indo da definição do problema em busca da sua solução. Ao contrário: as decisões é que resultam de vários fluxos de eventos independentes dentro da organização. As soluções são independentes dos problemas, elas “procuram” por problemas, caindo das mãos dos tomadores de decisão quando um problema sucede.

5. O Modelo das Coalizões de Defesa

Paul A. SABATIER e Hank C. JENKINS-SMITH (1993) discordaram tanto da concepção do policy cycle, como do Modelo da Lata de Lixo, por entenderem que nenhuma das duas abordagens proporciona uma explicação plausível para a estabilidade e a mudança das políticas públicas. Eles propuseram o Modelo das Coalizões de Defesa que inicia-se com a discussão de uma dificuldade teórica das Ciências Sociais, pois só os indivíduos são capazes de tomar decisões e não as organizações.

Dessa forma não concordam com a ideia de que as organizações possam ter interesses próprios.

Os indivíduos, dentro das organizações, formam coalizões para lutar por seus interesses e objetivos comuns.

Dessa forma, podemos entender que as decisões na política brasileira são tomadas por um misto de vários modelos, exceto o o Racional puro, pois ela mistura o incremental, em relação a este, veja-se muitas vezes as propostas de LDO, e até o da Lata de Lixo, e sobretudo o de Coalizões de Defesa.

Bibliografia.

RUA, Maria das Graças. Para aprender Políticas Públicas, IGEPP, Instituto de Gestão Economia e Políticas Públicas. Curso Online de Políticas Públicas.

FREY, Klaus. Políticas Públicas: Um debate conceitual e reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no Brasil.

SOUZA, Celina. Políticas Públicas: uma revisão da literatura. Sociologias, Porto Alegre, ano 8, nº 16, jul/dez 2006, p. 20-45.


quinta-feira, 17 de abril de 2014

RESULTADO DO FESTIVAL INTERESCOLAR DE XADREZ HAVIDO NO DIA 12 DESTE NO COLÉGIO LEONARDO DE TAGUATINGA

FIX SUB 09 MASCULINO ETAPA PEÃO 2014 - Round 5 Standings Place Name Club Score M-Buch. Buch. Progr. 1 Bento Mendonça Abreu MARISTA 5 6.0 10.5 15.0 2 Fernando Alencar de Rezende MARISTA 4.5 9.0 14.5 12.5 3 Rodrigo Everton C de Abreu MARISTA 4 10.0 16.5 14.0 4 Arthur Schneider Terra LEONARDO NORTE 4 9.5 16.0 14.0 5 Otavio Augusto C S Ribeiro CID CEILANDIA 4 9.0 16.5 12.0 6 Enzo Barros Marques de Queiroz LA SALLE 4 8.0 13.5 11.0 7 Eduardo Galisa dos Santos ORIGEM 4 7.5 13.0 13.0 8 Bruno Miuszuk Azevedo LS/LV TAG 4 7.0 12.5 13.0 9 Angel Daniel Grau Barreto SIGMA 4 7.0 12.5 11.0 10 Felipe Rocha Borges LEONARDO NORTE 3.5 10.0 15.5 11.5 11 Mateus Macedo Oliveira Mendes LEONARDO TAG 3.5 7.5 12.5 11.0 12 Gustavo Choueiri LEONARDO TAG 3 9.5 16.0 10.0 13 Joao Pedro Julio Ramalho ORIGEM 3 8.5 14.5 11.0 14 João Pedro da Mota Laude SIGMA 3 8.0 14.5 11.0 15 Gabriel Oliveira Melo Araujo LEONARDO TAG 3 8.0 13.5 11.0 16 Bernardo Versiani Santos LEONARDO NORTE 3 8.0 13.0 9.0 17 Felipe Mariano de Paula SIGMA 3 7.5 13.0 10.0 18 Igor Andrade Pitta ORIGEM 3 7.0 13.0 9.0 19 Isaac Lopes Moreira ORIGEM 3 7.0 12.5 8.0 20 Miguel Oliveira Lara Rezende SIGMA 3 7.0 10.5 9.0 21 Nicolas Sedelmaier Nassur ESCOLA DAS NAÇÕES 3 6.5 10.5 7.0 22 Lucas Rocha Coura Ivo LEONARDO NORTE 3 6.0 9.5 8.0 23 Matheus Barreto Ferreira Rabuske LA SALLE 3 5.5 10.5 8.0 24 Joao Marcelo do Nascimento LA SALLE 2.5 8.5 14.0 9.5 25 Hanna Alexandre Massouh LEONARDO 2.5 7.5 14.0 8.5 26 Kaio da Silva Gonçalves CENEB 2.5 7.5 13.0 8.0 27 Bernardo Stopa Ocampo LEONARDO TAG 2.5 7.0 12.5 5.5 28 Eduardo Lopes R M Kain LEONARDO NORTE 2.5 6.5 12.0 5.0 29 Luigi Lombardo LEONARDO NORTE 2.5 6.0 11.5 8.0 30 Eduardo Gusmao Zanchita LEONARDO NORTE 2.5 5.5 11.0 8.5 31 Daniel Santos Correa Moura LEONARDO TAG 2 8.0 14.5 6.5 32 Paulo Mota Duarte LEONARDO NORTE 2 7.5 14.0 6.0 33 Pedro Henrique Dumont LEONARDO TAG 2 7.5 12.5 8.0 34 Felipe Goes Baraid LEONARDO SUL 2 7.5 11.0 7.0 35 Davi Barbosa Reis LEONARDO TAG 2 7.0 11.5 7.0 36 Pedro Souza Feres Kauaan LEONARDO TAG 2 6.5 12.0 7.0 37 Pedro Vieira de Araujo LEONARDO NORTE 2 6.0 12.5 6.0 38 Luiz Gustavo Queiroz dos Reis CENEB 2 5.5 9.0 5.0 39 João Paulo Pinheiro Sampaio LEONARDO TAG 1.5 6.5 11.5 5.5 40 Joao Vitor Valseck Lucena Melo LEONARDO TAG 1 8.5 13.0 4.0 41 Jonathan Oliveira da Cunha ATIVO 1 6.5 11.5 3.0 42 Angelo Ramos Bimbatto MARISTA 1 6.5 10.5 3.0 43 Vitor Barros Borges dos Reis LEONARDO TAG 0.5 5.5 10.0 2.0 44 Pedro Godoi Gonçalves LEONARDO TAG 0 6.5 12.0 0.0 45 Gabriel Gazineli de Oliveira Huhn LEONARDO TAG 0 6.5 11.0 0.0 46 Daniel Goes Araujo LEONARDO NORTE 0 6.0 11.5 0.0 47 Gustavo Xavier de Oliveira LEONARDO TAG 0 5.0 10.0 0.0 48 Lucas Oliveira de Paula LEONARDO TAG 0 4.5 9.0 0.0 49 Pedro Henrique R Morais de Oliveira MARISTA 0 4.0 4.0 0.0 50 Arthur Graná Marques LEONARDO TAG 0 3.5 3.5 0.0 51 Felipe Bartchechn Milla LA SALLE 0 3.0 3.0 0.0 52 Pedro Rhuan P Moneiro LEONARDO TAG 0 2.5 2.5 0.0 Guilherme Auguto Fontoura de Oliveira ORIGEM 0 2.5 2.5 0.0 54 Davi Vieira Eleuterio Almeida LEONARDO TAG 0 2.0 2.0 0.0 55 Rafael Viana Magalhaes LEONARDO SUL 0 1.5 5.5 0.0 56 Artur de Araujo Simoes LEONARDO NORTE 0 1.5 1.5 0.0 João Gabriel A de Oliveira LEONARDO TAG 0 1.5 1.5 0.0 Pietro Usai ORIGEM 0 1.5 1.5 0.0

segunda-feira, 14 de abril de 2014

FESTIVAL INTERESCOLAR DE XADREZ - COLÉGIO LEONARDO DA VINCI DE TAGUATINGA - 12 DE ABRIL DE 2014

MAIS RESPEITO, EU SOU CRIANÇA

O final de semana foi corrido. Primeiro havia um sábado literário no Marista, onde o meu filho iria recitar uma poesia, depois um Festival Interescolar de Xadrez - Fix, do qual ele iria participar. Passamos o sábado todo envolvidos com essa atividade. No domingo eu estava pregada, mas feliz e isso é o que conta. Fomos à igreja onde assisti a um seminário sobre a terceira idade e depois levei o meu filho a casa de amigos e fui almoçar na casa da minha irmã. No final ainda deu tempo para dormir um pouquinho antes de ir, à noite, para a igreja. Deus seja louvado.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Na Bahia, jovens dão carinho a cães abandonados

07 Abril 2014.

Por Lucas Franco

Cerca de 240 cachorros abandonados receberam doses extra de amor na manhã do último sábado. Apesar de contar com três funcionários, o Canil Santo Antônio teve sua força de trabalho multiplicada com a ajuda de mais de 20 jovens de Salvador, Lauro de Freitas e Camaçari. Embora se diga grata ao movimento, que cresceu na internet, a dona do local, Simone Malaquias, não sabe até quando a ação deve continuar. “Fim de semana passado eles também vieram, mas não sei até quando vem. As pessoas têm seus compromissos, apesar de nunca ter chegado tantos voluntários como agora. Eu não sei mexer em rede social, nem tenho computador em casa”, conta.

Além de terem ajudado a tosar os cães, dar banho e limpar o local, os voluntários doaram ração. O policial militar Carlos Witalo, 30 anos, descobriu a campanha no Facebook, assim como boa parte dos que deram ajuda. “Aqui está precisando de ajuda. A demanda parece ser maior que o número de funcionários”, opina. Funcionário desde a semana passada, Edemilson de Santana, 52, limpa o local onde os animais ficam, retira as fezes, dá banho, água, comida e capina mato, assim como seus dois colegas. “Para trabalhar com bicho tem que ter amor. Depois que eu cheguei não morreu nenhum, mas sentimos pela sua situação, por isso cuidamos”, contextualiza.

Simone Malaquias, que também trabalha como delegada plantonista, demitiu seus antigos funcionários porque, segundo ela, os animais eram tratados com negligência. “Tenho esse local aqui há quase 20 anos, mas cuido de cachorro desde a adolescência. Há 20 anos eu pagava para colocar os cachorros em uma chácara em Salvador, mas já não tinha condições, e ganhamos esse terreno de uma freira de caridade. Então trouxe os animais para cá. Boa parte deles foi trazida por uma médica de Salvador, que é uma das pessoas que mais me ajudam, porque ela mora em uma área residencial no Horto e lá é complicado de cuidar deles. Outra parcela dos abandonados são os deixados aqui na porta, teve até um poodle jogado por cima do muro há uma semana”, contou.

Fonte: Tribuna da Bahia


Alteração na Lei nº. 8.069, de 13 de julho de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente

Presidência da República

Casa Civil

Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI Nº 12.962, DE 8 ABRIL DE 2014.

Altera a Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente, para assegurar a convivência da criança e do adolescente com os pais privados de liberdade.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o A Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 19. ....................................................................... .............................................................................................

§ 4o Será garantida a convivência da criança e do adolescente com a mãe ou o pai privado de liberdade, por meio de visitas periódicas promovidas pelo responsável ou, nas hipóteses de acolhimento institucional, pela entidade responsável, independentemente de autorização judicial.” (NR)

“Art. 23. ........................................................................

§ 1o Não existindo outro motivo que por si só autorize a decretação da medida, a criança ou o adolescente será mantido em sua família de origem, a qual deverá obrigatoriamente ser incluída em programas oficiais de auxílio.

§ 2o A condenação criminal do pai ou da mãe não implicará a destituição do poder familiar, exceto na hipótese de condenação por crime doloso, sujeito à pena de reclusão, contra o próprio filho ou filha.” (NR)

“Art. 158. ......................................................................

§ 1o A citação será pessoal, salvo se esgotados todos os meios para sua realização.

§ 2o O requerido privado de liberdade deverá ser citado pessoalmente.” (NR)

“Art. 159. ......................................................................

Parágrafo único. Na hipótese de requerido privado de liberdade, o oficial de justiça deverá perguntar, no momento da citação pessoal, se deseja que lhe seja nomeado defensor.” (NR)

“Art. 161. .....................................................................

.............................................................................................

§ 5o Se o pai ou a mãe estiverem privados de liberdade, a autoridade judicial requisitará sua apresentação para a oitiva.” (NR)

Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 8 de abril de 2014; 193o da Independência e 126o da República.

DILMA ROUSSEFF

José Eduardo Cardozo

Lourdes Maria Bandeira

Ideli Salvatti

quinta-feira, 3 de abril de 2014

CIDADES EMPREENDEDORAS

De acordo com material sobre Políticas Públicas, publicado pelo SEBRAE, cidades empreendedoras são aquelas capazes de estabelecer prioridades, direcionar recursos para obras fundamentais consideradas estratégicas para fomentar empreendedorismo e executá-las, coordenar esforços entre diferentes níveis de governo para captar recursos, estimular a participação da sociedade, estimular os pequenos negócios e se articular regionalmente em consórcios ou agências de desenvolvimento regional.

Observando a cidade de Bacabal, ou melhor, de longe, vendo por fotos, talvez consigamos analisar se ela está focada, em consonância com o dito acima, em se tornar uma cidade empreendedora.

Entrei no site da cidade e copiei algumas fotos que, institucionalmente, a retratam.

a. IGREJA MATRIZ OU CATEDRAL DA CIDADE.

b. PREFEITURA DA CIDADE.

c. CENTRO COMERCIAL.

e. CAMPO DE FUTEBOL OU ARENA ESPORTIVA.

d. FORUM DE BACABAL.

f.VISTA AÉREA DA CIDADE.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

PELO BEM DE BACABAL - UM APELO

Queridos amigos, conterrâneos, naturais da cidade de Bacabal, Maranhão, espalhados pelos quatro cantos do mundo.

Bateu uma tristeza, uma nostalgia, um desalento, quando li no facebook, opiniões de outros maranhenses, residentes em São Luís, que na sua passagem por Bacabal, tiveram uma péssima impressão do estado da cidade e como estamos na era do virtual, resolvi lançar essa campanha digital a todos vocês para que juntos, iniciemos um movimento em prol do desenvolvimento de uma simples cidade do interior do Maranhão, que representa muito para nós todos.

Movimento apolítico, ético e avançado. Vamos criar uma sociedade do futuro, vamos usar o que temos em mãos para mudar a história. Topam? O que pode estar acontecendo com a nossa querida cidade, além do desamparo por parte dos políticos mais poderosos? Certo desânimo da população?

Um município, encravado em um estado que tem tido tantos problemas, pode se desenvolver? Até agora eu nunca vi algo igual. Mas nós estamos aqui para fazer coisas naturais? Ou estamos ousando muito mais? Eu acredito (e essa é a palavra que me move a escrever esta carta aberta aos bacabalenses) que um município pode melhorar o ambiente empreendedor e apoiar pequenos negócios que alavancariam a sua economia e se constituiriam em um fator de melhoramento da distribuição de renda na cidade.

Eu acredito que um município pode descobrir caminhos que reduzam sua dependência de recursos do Estado e da União. E é nessa tecla que quero tocar.

Um município pode assumir a responsabilidade pelo seu próprio desenvolvimento aproveitando suas vocações econômicas, seus recursos e potencialidades.

Precisamos descobrir qual a vocação econômica da cidade de Bacabal. Não é mais o babaçu, eu acho, não é mais o beneficiamento de arroz, não é mais o óleo de babaçu. O que seria?

Precisamos de uma equipe econômica.

Quem é economista e detém as condições de ser filho da melhor cidade do Maranhão e querer lutar por ela?

Valores nós temos muitos, espalhados pelo mundo todo. Médicos, nutricionistas, esteticistas, advogados, economistas, professores e demais profissões.

O empreendedor não está no Estado ou no País.

Ele está no município. Daí a necessidade de envolver a comunidade local quanto à implantação de medidas que contribuam para facilitar o desenvolvimento da cidade.

O governo municipal tem um papel de destaque a realizar para gerar emprego, renda, dinamizar o comércio, o turismo, apoiar o associativismo e estimular a sustentabilidade dos programas sociais e de apoio solidário.

Podemos contar com o governo e ele pode contar conosco? This is the question.

Quem se habilita? Quem responde presente à essa chamada?

Quem já viu um apelo desses em algum lugar e quem quer ser o primeiro a realizar algo que só existe até agora na nossa imaginação?

QUEREMOS IDÉIAS, QUEREMOS IDEAIS, QUEREMOS IDEALISTAS, QUEREMOS BACABALENSES ARROJADOS E DISPOSTOS A ENCAMPAR UMA CAUSA QUE PODE PARECER UM SONHO!!!

Portabilidade de crédito: como transferir sua dívida de um banco para outro