segunda-feira, 30 de outubro de 2017

IF YOU STOP GROWING, YOU DIE. (Phil Knight)

O momento não poderia ser mais apropriado para utilizarmos ou relembrarmos a frase que encabeça esse artigo.

O mundo, a civilização, os países, as pessoas encontram-se todos (com raríssimas exceções) confusos, perdidos, parados, boquiabertos, sem noção de para onde se dirigir. No entanto, existe um consenso de que temos todos que continuar andando, pois se pararmos, estamos tendendo a morte, ao extermínio, à extinção da espécie, quer física, quer jurídica, quer virtual.

Não importa o macro ou o micro ambiente de que fizermos parte, tais como a família, a escola, a igreja, o partido político, a repartição pública. Todos caminhando, todos procurando o novo, procurando criar, inventar, fazer alguma coisa diferente que o consagre, que o faça ser notado.

Mas se estamos todos andando e se ninguém sabe para onde, o que será o amanhã?

A jornalista Miriam Leitão escreveu um livro denominado História do Futuro e está indo atrás de várias pessoas no Brasil que estão procurando fazer alguma coisa em prol de um futuro melhor.

Será melhor nos engajarmos nessa caminhada ou procurarmos antes descobrir para onde estão indo os outros e aonde queremos chegar? Se definirmos o nosso objetivo, o nosso ponto focal, sem dúvida ficará muito mais fácil traçarmos um roteiro que nos leve de onde estamos, até onde queremos chegar. Isso é planejamento.

Sou adepta dessa caminhada com roteiro e objetivo definidos. No mais, é esperar para ver.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

A HISTÓRIA DO FUTURO

Quando vi, pela primeira vez, o nome desse livro da jornalista Miriam Leitão, confesso que fiquei intrigada com esse título. Como se pode escrever a história do futuro, se ele ainda não aconteceu? No entanto, comprei o livro e começando a lê-lo, já entendi. O futuro ainda não aconteceu e somos nós que o estamos construindo, portanto ele depende do que nós estamos fazendo agora. Ou seja, nós estamos escrevendo, diuturnamente, A HISTÓRIA DO FUTURO, tanto a nossa própria história, como a história do Brasil e do mundo.

Quando a Miriam Leitão escreveu aquele livro, ela como os seus leitores, percebeu que aquela história deveria ser melhor explorada para que as pessoas tomassem ciência de sua responsabilidade na construção do futuro. Ela, como uma ótima repórter, viajou por esse Brazilsão de meu Deus,procurando, caçando, farejando o que as pessoas estavam fazendo para o bem e para o mal. E encontrou muita coisa.

Ontem ela começou a mostrar isso na Globo News, o que vai fazer todas as quintas feiras à partir das 21h30. Nesse programa, ou nesse relatório de viagem que ela faz para nós, ela nos mostrará o que encontrou. E isso poderá servir para nos abrir os olhos, em relação à nossa responsabilidade para conosco mesmos.

Parabéns Miriam Leitão. Que Deus te dê vida longa e que a possas utilizar para o bem.

Lembrando-me do impacto que me causou a reportagem de ontem, coloco aqui uma estrofe de uma música do Osvaldo Montenegro.


"Que a força do medo que tenho/ não me impeça de ver o que anseio/ que a morte de tudo em que acredito/ não me tape os ouvidos e a boca/ pois metade de mim é o que eu grito/ a outra metade é silêncio"