quinta-feira, 8 de novembro de 2018

LIVRE MERCADO

Estamos quase todos os brasileiros muito contentes, pois agora vamos entrar na era do liberalismo econômico. Se aqui não está bom, pior não dá para ficar. Será que não?

De acordo com o pensamento de Friedman, que foi professor da escola de economia de Chicago, alguns pressupostos seriam necessários para implantação do liberalismo econômico. (Klein, Naomi. A doutrina do choque. Ascenção do capitalismo de desastre)

Somente vejamos, e se houver alguma semelhança com o que vai acontecer no Brasil, será apenas coincidência. Essa é apenas uma estória sem nenhum reflexo no mundo real.

Em primeiro lugar, os governos deveriam abolir todas as regulamentações. Que história é essa de agências reguladoras, tipo ANEEL, ANA, ANP... e tantas outras que foram criadas em passado recente e só servem de cabide de emprego?

Em segundo, deveriam vender todos os ativos rentáveis, tipo PETROBRAS, ELETROBRAS, CORREIOS, BANCO DO BRASIL, CAIXA ECONÔMICA, BRB, CEB, CAESB, e tantos outros como EMATER, dos quais muitas vezes não sabemos nem o nome e nem para que servem. O problema é que esses dos quais não sabemos o nome muitas vezes não são rentáveis então não encontraremos comprador.

Em terceiro, precisariam ser cortados dramaticamente os fundos destinados aos programas sociais. Para que isso? Só para impedir a atuação da mão invisível de Adam Smith?

Ou seja, existe uma fórmula e a equação que compõe essa fórmula contém as seguintes variáveis: desregulamentação, privatização e cortes.

Alguém acha que essa fórmula daria certo para o Brasil?




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